As melhores frases e pensamentos de Matsuo Bashô - FrasesInteligentes.com.br
a cigarra... ouvi:
nada revela em seu canto
que ela vai morrer
Matsuo Bashô
A mesma paisagem
escuta o canto e assiste
a morte das cigarras
Matsuo Bashô
A mesma paisagem
escuta o canto e assiste
a morte das cigarras
Matsuo Bashô
Agora é inverno
e no mundo uma só cor;
o som do vento.
Matsuo Bashô
Ainda que morrendo
o canto das cigarras
nada revela!
Matsuo Bashô
Ao sol da manhã
uma gota de orvalho
precioso diamante.
Matsuo Bashô
Ao sol da manhã
uma gota de orvalho
precioso diamante.
Matsuo Bashô
árvore curva
o vôo do corvo
inverno
Matsuo Bashô
Brisa ligeira
A sombra da glicínia
estremece
Matsuo Bashô
casca oca
a cigarra
cantou-se toda
Matsuo Bashô
Como que levada
pela brisa, a borboleta
vai de ramo em ramo.
Matsuo Bashô
De que árvore florida
chega? Não sei.
Mas é seu perfume...
Matsuo Bashô
De que árvore florida
chega? Não sei.
Mas é seu perfume...
Matsuo Bashô
de tantos instantes
para mim lembrança
as flores de cerejeira.
Matsuo Bashô
do orvalho
nunca esqueça
o branco gosto solitário
Matsuo Bashô
E tu, aranha
como cantarias
neste vento de outono?
Matsuo Bashô
Este caminho!
sem ninguém nele,
escuridão de outono.
Matsuo Bashô
Extingue-se o dia
mas não o canto
da cotovia
Matsuo Bashô
Frescura:
os pés no muro
ao dormir a cesta
Matsuo Bashô
Já é primavera:
Uma colina sem nome
Sob a névoa da manhã.
Matsuo Bashô
Mesmo um velho cavalo
é belo de manhã
sobre a neve
Matsuo Bashô
Mesmo um velho cavalo
é belo de manhã
sobre a neve
Matsuo Bashô
Move-te ó tumba!
Meu pranto
é o vento do outono.
Matsuo Bashô
Nesta noite
ninguém pode deitar-se:
lua cheia.
Matsuo Bashô
Nesta noite
ninguém pode deitar-se:
lua cheia.
Matsuo Bashô
No perfume das flores de ameixa,
O sol de súbito surge -
Ah, o caminho da montanha!
Matsuo Bashô
Noite sem lua ou estrelas
o bebedor de sakê
bebe sozinho.
Matsuo Bashô
Noite sem lua ou estrelas
o bebedor de sakê
bebe sozinho.
Matsuo Bashô
Num atalho da montanha
Sorrindo
uma violeta
Matsuo Bashô
Num atalho da montanha
Sorrindo
uma violeta
Matsuo Bashô
O grito do faisão -
Que saudade imensa
De meu pai e minha mãe.
Matsuo Bashô
Outono
Empoleirado num ramo seco
um corvo
Matsuo Bashô
Preso na cascata
um instante:
o verão
Matsuo Bashô
Quimonos secando
ao sol. E a pequena manga
da criança morta.
Matsuo Bashô
Quimonos secando
ao sol. Oh, aquela manguinha
da criança morta!
Matsuo Bashô
Relvas de verão
sob as quais os guerreiros
sonham.
Matsuo Bashô
Relvas de verão
sob as quais os guerreiros
sonham.
Matsuo Bashô
Ruídos nas ramas.
Trêmulo, meu coração detem-se
e chora na noite...
Matsuo Bashô
Silêncio:
cigarras escutam
o canto das rochas
Matsuo Bashô
Sobre o telhado
flores de castanheiro
ignoradas.
Matsuo Bashô
Trégua de vidro:
o canto da cigarra
perfura rochas.
Matsuo Bashô
Uma velha sem dentes
que rejuvenece
cerejeira em flor
Matsuo Bashô
Vamo-nos, vejamos
a neve caindo
de fadiga.
Matsuo Bashô
vento de outono
a silenciosa colina
muda me responde
Matsuo Bashô
Viagem de anciões,
Cabelos brancos, bastões
- visita aos túmulos.
Matsuo Bashô
Viagem de anciões,
Cabelos brancos, bastões
- visita aos túmulos.
Matsuo Bashô